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Guerra pelo poder esquenta no São Paulo enquanto time tenta blindar o campo

  • Foto do escritor: Hugo Oliveira
    Hugo Oliveira
  • 20 de fev.
  • 2 min de leitura

Os bastidores do São Paulo seguem em ebulição. E não é exagero dizer que o clima político no Morumbis lembra — e muito — uma disputa de poder em Brasília.


Após a saída de Júlio Casares da presidência, Harry Massis assumiu o comando do clube. Até aqui, sua curta passagem tem sido vista como organizada e com discurso de reconstrução. Mas nos corredores do clube, a oposição já se movimenta.



E se movimenta forte.

 

Novo áudio, nova tentativa de desgaste?


O nome da vez é Olten Ayres de Abreu. Ele estaria articulando uma forma de voltar ao “poder” dentro do São Paulo e teria levado ao Conselho Consultivo a discussão sobre um suposto áudio envolvendo Chris Massis, filha do atual presidente.


Segundo a denúncia, ela estaria envolvida em uma possível venda irregular de ingressos.


Olten afirmaria ter um áudio que comprovaria a prática. Porém, pessoas que já teriam ouvido o material dizem que o conteúdo parece desconexo e sem comprovação clara de qualquer esquema.


Ou seja: o ambiente é de acusação, mas também de questionamentos sobre a consistência das provas.


Coincidência ou estratégia?


A movimentação acontece justamente no momento em que o Conselho de Ética analisa o caso envolvendo Mara Casares e Douglas Schwartzmann — ambos ligados ao mesmo grupo político de Olten.


A leitura nos bastidores é clara: a guerra política está escalando.


Cada lado se arma como pode. Cada grupo tenta sobreviver. E o São Paulo vira palco de uma disputa que vai muito além do futebol.


Qualquer semelhança com o cenário político nacional… talvez não seja mera coincidência.


E dentro de campo? Vai muito bem, obrigado.


Se fora de campo o clima é de tensão, dentro dele o São Paulo vive um momento bem diferente.


O time está prestes a enfrentar o RB Bragantino pelas quartas de final do Campeonato Paulista, em jogo único. E Crespo deve ir com força máxima.


A única dúvida do treinador está no esquema tático: manter o 3-5-2, que vem dando mais solidez defensiva, ou apostar no 4-3-3, buscando maior agressividade ofensiva.


Independentemente do desenho, a ideia é clara: intensidade, concentração e foco total na classificação.


Enquanto a política ferve, o elenco tenta blindar o ambiente e responder jogando bola.


O futebol como escudo


O São Paulo vive dois mundos paralelos.


De um lado, conselhos, áudios, julgamentos e articulações políticas. Do outro, um time que tenta evoluir, se encaixar e manter o foco na temporada.


Se a bola continuar entrando, o campo pode virar o maior escudo da atual gestão.

Mas a guerra política está longe de acabar.


E no Morumbi, cada capítulo promete ser ainda mais intenso que o anterior.


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